safari no iphone

Após uma década de drama, a Apple está pronta para matar o Flash no Safari no iPhone de uma vez por todas

O Flash e o Safari no iPhone sempre estiveram juntos numa longa caminhada.

Mas como a empresa de Steve Jobs recebeu muitas críticas pelas funcionalidades de seus softwares graças aos erros que o Flash cometia, ele decidiu deixar a empresa de reprodutoção de mídia de lado pouco a pouco.

Mas, nesse ano de 2020, a Apple confirma que deixará para todo o sempre o Adobe Flash Player e o tirará, pelo menos, de seu navegador Safari no iPhone.

Essas e outras coisinhas iremos falar nesse artigo. Acompanhe.

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O que é o Adobe Flash Player?

O Adobe Flash Player, que é conhecido como Shockwave Flash no Internet Explorer e Firefox) é um software de computador para visualizar conteúdos multimídia, executar aplicativos da Internet e a transmitir áudio e vídeo. 

O Flash Player pode ser executado a partir de um navegador da Web como um plug-in de navegador ou em dispositivos móveis que o suportem. 

A reprodutora de mídia foi criada pela Macromedia e foi desenvolvida e distribuída pela Adobe Systems desde que adquiriu a Macromedia no ano de 2005. 

O Flash Player é distribuído como freeware, ou seja, um produto totalmente de graça. 

O Flash  executa arquivos SWF que podem ser criados pelo Adobe Flash Professional, Adobe Flash Builder ou por ferramentas de terceiros, como o FlashDevelop.

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Ele suporta gráficos vetoriais, gráficos 3D, áudio incorporado, gráficos de vídeo e uma linguagem de script chamada ActionScript. 

O ActionScript é baseado no ECMAScript (semelhante ao JavaScript ) e suporta código orientado a objetos. 

O Flash Player é distribuído gratuitamente e suas versões de plug-in estão disponíveis para todos os principais navegadores e sistemas operacionais como o Google Chrome, o Internet Explorer e o Microsoft Edge.

Ele já teve uma grande base de usuários e era um formato comum para jogos da web, animações e elementos da interface gráfica dos usuários incorporados nas páginas da web. 

A Adobe declarou, em 2013, que mais de 400 milhões de desktops conectados foram atualizados para a nova versão do Flash Player, na época, após o lançamento. 

No entanto, o Flash Player recebeu muitas críticas por seu desempenho pelo consumo excessivo de bateria em dispositivos móveis e inúmeras de vulnerabilidades de segurança. 

O cofundador da Apple , Steve Jobs, criticou muito o Flash Player, tendo publicado uma carta aberta detalhando o raciocínio da Apple de não oferecer suporte ao Flash em sua família de dispositivos iOS . 

Seu uso também diminuiu devido aos modernos padrões da Web que permitem que alguns dos casos de uso do Flash sejam atendidos sem plug-ins de terceiros.

Em 2017, a Adobe informou que cessaria o apoio ao Flash Player no final do ano de 2020 e continuaria a recomendar a utilização de padrões HTML5 no lugar do Flash.

O anúncio foi coordenado com a Apple, Facebook, Google, Microsoft  e Mozilla.

Em setembro de 2019, a Microsoft anunciou que em 31 de dezembro de 2020, o Flash será totalmente removido de todos os navegadores via Windows Update.

Sobre a decisão da Apple contra o Flash

As notas de versão mais atual do Safari no iPhone, mais estritamente a versão teste do macOS, dizem que a atualização encerra o apoio ao Adobe Flash.

A partir daí, marcará o desfecho da linha para o desenvolvimento da Web em Macs.

A alteração sucedeu no Safari e, naturalmente, será anunciada em certo tempo num futuro não tão distante.

A Apple cessou o Flash em uma alternativa passada do Safari no iPhone e este processo de acrescentar o Flash nos Macs, já em sua instalação original, acabou há dez anos.

Mas se os usufruidores esperassem baixar o Flash em seus Macs e ativá-lo manualmente, isso não seria admissível?

Seria se fosse no navegador padrão, mas logo não estará mais acessível.

A Adobe informou em 2017 que planejava acabar com todo o apoio ao Flash no fim de 2020, completando assim, um desenvolvimento que cooperou junto com os aplicativos da Internet de mídia avançada por muito tempo.

Agora, o Flash está cessado há tantos anos que a maior parte dos usufruidores nem sequer repararam que ele vai romper definitivamente.

Desde a nota de que o Flash seria um projeto mais “leve”, os fabricantes da Web o sucederam em enorme quantidade o Flash pelo HTML5 e WebGL e entre outras engenharias.

Como os tempos mudaram, o iPhone, que foi lançado pela primeira vez há treze anos com sua particular versão móvel do Safari, a omissão de estrutura ao Flash foi  determinante para as observações anunciadas do telefone.

A mais de dez anos, entendia ser inexplicável para muitos que um cliente aguentasse conseguir usar a web sem o Adobe Flash Player.

Quando a Apple, em 2010, cessou de colocar o Flash nos Macs, o logo CEO Steve Jobs redigiu uma carta aberta informando a tecnologia e a forma como a Adobe preferiu sustentá-la como prova para a então repentina mudança de plano na Apple.

Esta carta polêmica ainda está presentes em vários sites, como, por exemplo, no Olhar Digital.

E se caso você queira rever um passado perdido, enquanto o Flash regia a Web e a Apple ainda atraía comentários por estar dentro das primeiras a rechaçar as normas da indústria, veja esta carta clicando aqui.